http://www.puremagazine.pt
Defini-la será qualquer coisa entre uma revista de moda e de cultura urbana.
Na minha opinião, tem rúbricas muito engraçadas como os "estilos de vida" e imagens muito bonitas.
http://www.puremagazine.pt/
"esta vida comercial nem sempre é justa"
Ficamos (eu e os meus colegas designers portugueses) contentes por eles...é verdade que o mês de Maio é especial, é senso-comum, é primavera....mas
alguém me sabe dizer em contos quanto são 578 milhões de euros....brutos, claro.
retirado de www.portugaltextil.com
Edmund
Edmund Burke
http://en.wikipedia.org/wiki/Edmund_Burke...desculpem como eu não conhecia o sr....
PS: Esta frase faz parelha com a do Martin, dois postes abaixo.
"Os actuais desafios do Comércio Justo" em debate
Saudações Justas,
Mó de Vida CoopCalçadinha da Horta, 192800-564 Pragal/Almada - PortugalTel/Fax. 00351 212720641e-mail: modevida@modevida.comwww.modevida.com
Obra prima


Reciclagem de têxteis em Gaia.
Parabéns Câmara de Gaia.
Espero que esta iniciativa se multiplique pelo país fora.
Empresa espanhola quer alargar actividade em Portugal
Gaia vai começar a recolher roupa e calçado usados para reciclar
13.05.2008 - 14h31 Lusa
Sessenta contentores para recolha de roupa e calçado usados serão instalados no concelho de Gaia para posterior reciclagem ou reutilização, no âmbito de um protocolo assinado hoje entre a Câmara e a empresa espanhola Texlimca que pretende alargar esta actividade em Portugal.A Câmara de Gaia pretende minimizar a quantidade destes resíduos enviados para o aterro e promover a sustentabilidade do concelho. Com este serviço de recolha selectiva de têxteis, a Câmara pode "poupar recursos e sensibilizar a população para a importância de reutilizar e/ou reciclar os seus resíduos através da entrega dos mesmos a operadores que os encaminham para um destino final adequado, transformando-os em matéria-prima para a produção de novos produtos", explicou o vereador do Ambiente da Câmara, Mário Fontemanha. Este protocolo não acarreta quaisquer custos ou encargos financeiros para a autarquia. Os contentores serão esvaziados duas vezes por semana.
O vereador aproveitou a ocasião para anunciar que, em Setembro, pretende dar início à recolha selectiva de óleos usados.
Empresa quer alargar recolha a outras cidades portuguesas
"Temos a intenção de chegar a acordo com grandes cidades, como o Porto, Matosinhos e Maia", afirmou o director da empresa, Pedro Oliver, que esta manhã assinou o protocolo de colaboração com a Câmara de Gaia. Segundo Pedro Oliver, é desejo da empresa colaborar com outros municípios portugueses para que, no futuro, haja a percepção de que é "imprescindível recuperar e reciclar têxteis".
A empresa espanhola, que em Portugal adopta o nome de Wippytex, recolhe cerca de duas mil toneladas de roupa e calçado usados por ano, sendo que aproveita "mais de 90 por cento" do material depositado nos contentores de ferro, cuja abertura é de difícil acesso para evitar roubos ou actos de vandalismo, disse Pedro Oliver. O material que dá entrada na empresa é classificado. "A empresa vende roupa que se encontra ainda em bom estado para outros países do mundo, mas também a reaproveita, como gangas, que dão sempre para vender para a confecção de outros artigos", explicou o responsável. Outras peças têm apenas um fim: a reciclagem, designadamente trapos de limpeza. Pedro Oliver lamentou que ainda não exista um Sistema Integrado de Gestão de resíduos têxteis, à semelhança do que existe para outros produtos como o vidro, o plástico e o cartão. Segundo Pedro Oliver, em Espanha, onde foi criada há cerca de 60 anos, a empresa tem "mais de 400 contentores de recolha de roupa e calçado usados na rua, espalhados por mais de 60 cidades".
Galeria de Exclusivos reabre hoje com a Ladybug
A principal novidade é que terá três projectos de reciclagem de vestuário:
Um, é o meu Ladybug Recycled. A partir de vestuário degradado, construo novas peças, eliminando a zona estragada e aproveitando os materias e acessórios. Todas as peças são únicas. Os preços são acessíveis, entre os 15 e os 100 euros.
Ofereço ainda um novo serviço: o de arranjos e reciclagens. Desde baínhas e típicos ajustes, proponho soluções criativas para estes básicos, assim como recupero vestuário alheio que por algum motivo não estão a vestir. Corte desajustado, roto, enfim, faço com que uma peça que está em desuso no guarda-roupa passe a estar em USO. Os orçamentos são dados na hora consoante cada caso.
Horário de atendimento LadybugRecycled: de 2ªf a 6ªf, das 15h às 19h.
Outro é o da Fernanda Pereira e do Noah Lennox: 2nd. Projecto de reciclagem de peças várias. http://www.2ndthings.blogspot.com/
O terceiro é o do consagrado Dino Alves, SOS Operação Surpresa. O Hospital da Roupa - "SOS Dino Alves" é um serviço do atelier do mesmo criador, que tem vindo a ser desenvolvido desde há uns anos transformando peças que já não usadas em peças de autor, a custos mais económicos. Assim é atribuída a etiqueta SOS Dino Alves, a par da etiqueta original. Na Galeria de Exclusivos, existe agora um balcão de atendimento que funciona em paralelo ao seu atelier.
Para além das reciclagens, A GDE mantém as suas colecções de pronto-a- vestir "novo" da Fernanda Pereira (http://www.fernandapereira.blogspot.com/). Em novidade, a colecção Ladybug em materiais virgens e a coleção de primavera-verão do Dino Alves.
A loja GDE está na mesma Rua da Rosa, um pouco mais acima no nº195/197 no Bairro Alto em Lisboa. Um espaço maior, em conjunto com a Matéria-prima, que nos dá música, publicações e outras alegrias. http://www.materiaprima.pt/
Horário GDE/Matéria-prima: de 2ªf a sábado, das 14h às 21h.
Logo, logo, haverá uma ganda festa de inauguração. Para já estão todos convidados a conhecer o novo espaço!
Há noivas assim...
Recycling textiles
Although the majority of textile waste originates from household sources, waste textiles also arise during yarn and fabric manufacture, garment-making processes and from the retail industry. These are termed post-industrial waste, as opposed to the post-consumer waste which goes to jumble sales and charity shops. Together they provide a vast potential for recovery and recycling.
Recovery and recycling provide both environmental and economic benefits.
Textile recovery:
Reduces the need for landfill space. Textiles present particular problems in landfill as synthetic (man-made fibres) products will not decompose, while woollen garments do decompose and produce methane, which contributes to global warming.
Reduces pressure on virgin resources.
Aids the balance of payments as we import fewer materials for our needs.
Results in less pollution and energy savings, as fibres do not have to be transported from abroad.
Source: Analysis of household waste composition and factors driving waste increases - Dr. J. Parfitt, WRAP, December 2002; from http://www.wasteonline.org.uk
John
John Miller, Director of Design in the Falmoouth University College, England.
John Miller has been at Falmouth since October 2005. His role as Director of Design involves developing Design as a subject at the College – shaping the future for our design courses, design research and the role of design in business and the community.
(There is another John Miller: the Assistant Director of Public Affairs for the FBI. Miller is a former ABC News reporter and anchor. He conducted a famous May 1998 interview with Osama Bin Laden in Afghanistan.)
Viriato
Soromenho-Marques, Viriato (2007).
É actualmente professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, regendo as cadeiras de Filosofia da História e da Cultura e de Filosofia da Política e do Direito (licenciatura). Coordena, igualmente, o mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente que teve início no ano lectivo de 1995-1996. Tem também colaboração na licenciatura de Estudos Europeus, onde tem leccionado as disciplinas de História das Ideias na Europa Contemporânea e o Ambiente na Europa. Presidiu à Comissão Executiva do Departamento de Filosofia entre Maio de 1999 e Junho de 2002.Desenvolve desde 1978 uma intensa actividade no movimento associativo ligado à defesa do ambiente, tendo sido -- de 1992 a 1995 -- presidente da mais importante associação ambientalista nacional, a QUERCUS- Associação Nacional de Conservação da Natureza.
A cadeia do consumo.
História real.
Conto aqui uma história muito engraçada, que me aconteceu durante a pesquisa sobre as estatísticas em Portugal de reciclagem de têxteis. Comecei por procurar informação na Internet em sites oficiais, como o do Ministério do Ambiente e afins. Não encontrei nenhuma informação relativa a têxteis, nem números de desperdícios, nem sistemas de recolha, nem políticas ambientais para o futuro. Como tal, decidi telefonar para o próprio Ministério do Ambiente com a seguinte questão (falsa, ups): “eu tenho em casa inúmeros têxteis -vestuário, lençóis e outros - que não estão em condições de serem dados devido ao seu mau estado. As associações próprias que recebem este tipo de bens não aceitam peças nem danificadas nem sujas. Bem sei que ao colocá-las no lixo comum, estas irão parar a lixeiras de céu aberto, que os tornará imensamente poluentes. O que devo fazer? Ou então, para onde devo telefonar para ser esclarecida?”
Pois é verdade que depois de ter sido passada de pessoa em pessoa, imagino que por todo o edifício andei…não vinha uma resposta. Quem não me passava imediatamente para outra, perguntava-me: “Desculpe lá, mas porquê telefonar para o Ministério do Ambiente com questões de reciclagem…de têxteis?” É verdade que não é vidro nem cartão. Tudo o mais fica estupidificado! Conclusão: a última pessoa com que falei, por sua vez extremamente simpática, explicou-me que, de facto, o Ministério do Ambiente não lida com têxteis e que não faz a mínima ideia de quem me poderia ajudar com esta questão. No fim ainda aproveitou para confirmar comigo: “os têxteis são muito poluentes, é?”.
Notícia retirada do site http://www.infortextil.com/a 2007-07-31:
Reino Unido: governo apoia a reciclagem têxtil
O Departamento para o Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais irá investigar o ciclo de vida dos 2 milhões de toneladas anuais de vestuário no Reino Unido.
Este é o primeiro passo do governo relativamente à reutilização e reciclagem de têxteis, apontando as novas estimativas para 1,165 milhões de tonelada de têxteis presentes nos resíduos sólidos da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, anualmente.
Com o aumento de 60% das vendas de vestuário novo na última década, os têxteis estão identificados como os resíduos sólidos domésticos de crescimento mais rápido.
A solução poderá passar pelo estabelecimento de mais colecções de vestuário no Reino Unido, mais mercados para vestuário usado e mais barato e acordos de responsabilidade voluntários por parte dos produtores relativamente às peças de vestuário.
Alan Wheeler, da Associação de Reciclagem Têxtil, afirmou, "é com satisfação que observamos o facto de os têxteis estarem a ser alvo de debate e de, pela primeira, vez constarem da agenda política. Temos vindo a exercer pressão junto do governo e a mensagem que os têxteis também precisam de atenção passou. A reciclagem têxtil pode ajudar o Reino Unido a atingir os seus objectivos de reciclagem e níveis de carbono. Teremos muito gosto em falar com o ministro para a reciclagem, Joan Ruddock, e com qualquer outro ministro sobre o assunto."
O governo vai reunir vários factos relativos ao impacto ambiental causado pelo vestuário com origem em relatórios de várias fontes. O estudo realizado pela consultora Oakdene Hollins revelou que a quantidade de têxteis consumidos no RU tinha "aumentando significativamente" para 1,9 milhões de toneladas por ano, mas apenas 17% do vestuário estava a ser recolhido pela indústria têxtil secundária. Embora a maioria das autoridades locais se encontre envolvida de alguma forma num esquema de recolha de têxteis, o relatório afirma que menos de 15% das câmaras opera ou apoia programas de recolha, uma vez que não têm interesse na recolha de têxteis devido aos seus objectivos de reciclagem, baseados em toneladas.
Grande parte dos têxteis não desejados estão a ser armazenados ou enviados para aterros. É necessário desenvolver mais mercados para os têxteis reciclados de forma a equilibrar a balança, especialmente se a qualidade das novas peças de vestuário se tornar inferior e estas apresentarem preços mais baratos. As câmaras deveriam assumir os seus objectivos relativos à reciclagem de têxteis e poderiam utilizar o sistema de créditos de reciclagem existente para apoiar a recolha de vestuário usado. Os retalhistas por sua vez deveriam considerar medidas voluntárias de responsabilidade por parte do produtor.
A política de intervenção terá como objectivo aumentar as taxas de recolha para reutilização e reciclagem e estimular mercados para têxteis reciclados, talvez através de uma aplicação mais eficaz da investigação e desenvolvimento, tecnologia e inovação.











































