camisas recicladas

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Camisas recicladas.
Colecção Ladybug Recycled 2008.
fotografias: B. C.

http://www.puremagazine.pt

A pure magazine é um novo projecto de revista, feito essencialmente em Lisboa mas a circular online por todo o espaço cibernético. O seu grande sonho é chegar à impressão, num quiosque bem perito de si.
Defini-la será qualquer coisa entre uma revista de moda e de cultura urbana.
Na minha opinião, tem rúbricas muito engraçadas como os "estilos de vida" e imagens muito bonitas.

http://www.puremagazine.pt/

"esta vida comercial nem sempre é justa"

"Apesar dos resultados menos favoráveis em Abril, o grupo sueco conseguiu superar as expectativas no segundo trimestre do ano fiscal. O sol que se fez sentir em Maio ajudou a H&M a conseguir um lucro bruto superior a 578 milhões de euros, mantendo boas perspectivas para o resto do ano."

Ficamos (eu e os meus colegas designers portugueses) contentes por eles...é verdade que o mês de Maio é especial, é senso-comum, é primavera....mas
alguém me sabe dizer em contos quanto são 578 milhões de euros....brutos, claro.

retirado de www.portugaltextil.com

Edmund

'Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam'.
Edmund Burke
http://en.wikipedia.org/wiki/Edmund_Burke...desculpem como eu não conhecia o sr....

PS: Esta frase faz parelha com a do Martin, dois postes abaixo.

"Os actuais desafios do Comércio Justo" em debate

"Os actuais desafios do Comércio Justo" vão estar em debate no próximo Sábado dia 7 Junho, entre as 15h00 e as 16h30, no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL). Este debate é promovido pelo CIDAC (Lisboa), Ecos do Sul (Damaia) e Mó de Vida (Almada), organizações que representam o Espaço por um Comércio Justo (ECJ) em Portugal, uma rede de âmbito ibérico que defende um Comércio Justo assente na Economia Solidária e na defesa da Soberania Alimentar, negando por exemplo a venda nas grandes superfícies ou parcerias com as multinacionais. Contará com a presença de Sol Corradi (Xarxa de Consumo Solidário - Catalunha http://www.redconsumosolidario.org/), José Mariano - Associação Colher para Semear - Portugal) e como moderador Carlos Gomes (Mó de Vida Coop - Portugal). Este evento realiza-se no âmbito da iniciativa do IPAD (Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento) - Os Dias do Desenvolvimento (www.diasdodesenvolvimento.org), a decorrer entre 5 e 7 de Junho no Centro de Congressos de Lisboa, onde a Rede ECJ estará presente com um stand de produtos e informações sobre Comércio Justo.

Saudações Justas,
Mó de Vida CoopCalçadinha da Horta, 192800-564 Pragal/Almada - PortugalTel/Fax. 00351 212720641e-mail: modevida@modevida.comwww.modevida.com

Martin

'O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons...'
Martin Luther King*

Obra prima

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A família Oliveira juntou-se à familia Vinagre.
Este belo vestido regista este dia de encantamento,
vivido nesta tão bela http://www.quintadebaixo.com/.
Eu, sou a prima mais orgulhosa.

Reciclagem de têxteis em Gaia.

Ora aqui está uma notícia que me deixa bastante satisfeita. Esta, retirada do publico on line, cria expectativas de que Portugal desta vez, pode não ficar para trás no que toca a políticas inovadoras na área da Reciclagem.
Parabéns Câmara de Gaia.
Espero que esta iniciativa se multiplique pelo país fora.

Empresa espanhola quer alargar actividade em Portugal
Gaia vai começar a recolher roupa e calçado usados para reciclar
13.05.2008 - 14h31 Lusa

Sessenta contentores para recolha de roupa e calçado usados serão instalados no concelho de Gaia para posterior reciclagem ou reutilização, no âmbito de um protocolo assinado hoje entre a Câmara e a empresa espanhola Texlimca que pretende alargar esta actividade em Portugal.A Câmara de Gaia pretende minimizar a quantidade destes resíduos enviados para o aterro e promover a sustentabilidade do concelho. Com este serviço de recolha selectiva de têxteis, a Câmara pode "poupar recursos e sensibilizar a população para a importância de reutilizar e/ou reciclar os seus resíduos através da entrega dos mesmos a operadores que os encaminham para um destino final adequado, transformando-os em matéria-prima para a produção de novos produtos", explicou o vereador do Ambiente da Câmara, Mário Fontemanha. Este protocolo não acarreta quaisquer custos ou encargos financeiros para a autarquia. Os contentores serão esvaziados duas vezes por semana.
O vereador aproveitou a ocasião para anunciar que, em Setembro, pretende dar início à recolha selectiva de óleos usados.

Empresa quer alargar recolha a outras cidades portuguesas
"Temos a intenção de chegar a acordo com grandes cidades, como o Porto, Matosinhos e Maia", afirmou o director da empresa, Pedro Oliver, que esta manhã assinou o protocolo de colaboração com a Câmara de Gaia. Segundo Pedro Oliver, é desejo da empresa colaborar com outros municípios portugueses para que, no futuro, haja a percepção de que é "imprescindível recuperar e reciclar têxteis".
A empresa espanhola, que em Portugal adopta o nome de Wippytex, recolhe cerca de duas mil toneladas de roupa e calçado usados por ano, sendo que aproveita "mais de 90 por cento" do material depositado nos contentores de ferro, cuja abertura é de difícil acesso para evitar roubos ou actos de vandalismo, disse Pedro Oliver. O material que dá entrada na empresa é classificado. "A empresa vende roupa que se encontra ainda em bom estado para outros países do mundo, mas também a reaproveita, como gangas, que dão sempre para vender para a confecção de outros artigos", explicou o responsável. Outras peças têm apenas um fim: a reciclagem, designadamente trapos de limpeza. Pedro Oliver lamentou que ainda não exista um Sistema Integrado de Gestão de resíduos têxteis, à semelhança do que existe para outros produtos como o vidro, o plástico e o cartão. Segundo Pedro Oliver, em Espanha, onde foi criada há cerca de 60 anos, a empresa tem "mais de 400 contentores de recolha de roupa e calçado usados na rua, espalhados por mais de 60 cidades".

Galeria de Exclusivos reabre hoje com a Ladybug

Hoje, dia 20 de Março a loja Galeria de Exclusivos reabre em nova morada e com muitas novidades!
A principal novidade é que terá três projectos de reciclagem de vestuário:


Um, é o meu Ladybug Recycled. A partir de vestuário degradado, construo novas peças, eliminando a zona estragada e aproveitando os materias e acessórios. Todas as peças são únicas. Os preços são acessíveis, entre os 15 e os 100 euros.
Ofereço ainda um novo serviço: o de arranjos e reciclagens. Desde baínhas e típicos ajustes, proponho soluções criativas para estes básicos, assim como recupero vestuário alheio que por algum motivo não estão a vestir. Corte desajustado, roto, enfim, faço com que uma peça que está em desuso no guarda-roupa passe a estar em USO. Os orçamentos são dados na hora consoante cada caso.
Horário de atendimento LadybugRecycled: de 2ªf a 6ªf, das 15h às 19h.


Outro é o da Fernanda Pereira e do Noah Lennox: 2nd. Projecto de reciclagem de peças várias. http://www.2ndthings.blogspot.com/


O terceiro é o do consagrado Dino Alves, SOS Operação Surpresa. O Hospital da Roupa - "SOS Dino Alves" é um serviço do atelier do mesmo criador, que tem vindo a ser desenvolvido desde há uns anos transformando peças que já não usadas em peças de autor, a custos mais económicos. Assim é atribuída a etiqueta SOS Dino Alves, a par da etiqueta original. Na Galeria de Exclusivos, existe agora um balcão de atendimento que funciona em paralelo ao seu atelier.




Para além das reciclagens, A GDE mantém as suas colecções de pronto-a- vestir "novo" da Fernanda Pereira (http://www.fernandapereira.blogspot.com/). Em novidade, a colecção Ladybug em materiais virgens e a coleção de primavera-verão do Dino Alves.


A loja GDE está na mesma Rua da Rosa, um pouco mais acima no nº195/197 no Bairro Alto em Lisboa. Um espaço maior, em conjunto com a Matéria-prima, que nos dá música, publicações e outras alegrias. http://www.materiaprima.pt/


Horário GDE/Matéria-prima: de 2ªf a sábado, das 14h às 21h.
Logo, logo, haverá uma ganda festa de inauguração. Para já estão todos convidados a conhecer o novo espaço!

Há noivas assim...

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Esta é sensual,
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apaixonada,
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sedenta,
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elegante,
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concretizadora,
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e mais que tudo:
uma boa amiga.
É um prazer trabalhar para ti .
Obrigada.

Recycling textiles

It is estimated that more than 1 million tonnes of textiles are thrown away every year, with most of this coming from household sources. Textiles make up about 3% by weight of a household bin. At least 50% of the textiles we throw away are recyclable, however, the proportion of textile wastes reused or recycled annually in the UK is only around 25%.




Although the majority of textile waste originates from household sources, waste textiles also arise during yarn and fabric manufacture, garment-making processes and from the retail industry. These are termed post-industrial waste, as opposed to the post-consumer waste which goes to jumble sales and charity shops. Together they provide a vast potential for recovery and recycling.
Recovery and recycling provide both environmental and economic benefits.


Textile recovery:
Reduces the need for landfill space. Textiles present particular problems in landfill as synthetic (man-made fibres) products will not decompose, while woollen garments do decompose and produce methane, which contributes to global warming.
Reduces pressure on virgin resources.
Aids the balance of payments as we import fewer materials for our needs.
Results in less pollution and energy savings, as fibres do not have to be transported from abroad.


Source: Analysis of household waste composition and factors driving waste increases - Dr. J. Parfitt, WRAP, December 2002; from http://www.wasteonline.org.uk

John

"Design today has never been more influential. No longer only concerned with how things look and work, designers are active in all areas of the economy and society, playing a leading role in shaping the future for business, communities and the environment."

John Miller, Director of Design in the Falmoouth University College, England.

John Miller has been at Falmouth since October 2005. His role as Director of Design involves developing Design as a subject at the College – shaping the future for our design courses, design research and the role of design in business and the community.

(There is another John Miller: the Assistant Director of Public Affairs for the FBI. Miller is a former ABC News reporter and anchor. He conducted a famous May 1998 interview with Osama Bin Laden in Afghanistan.)

Viriato

"Estamos a viver o maior desafio da História humana! Se quisermos prosseguir com a civilização, em vez de sucumbir num enorme colapso, teremos de fazer a maior revolução política, ética e tecnológica de sempre. A economia de mercado deve estar ao serviço desta mudança, mas o comando deverá caber à vontade esclarecida dos cidadãos. O capitalismo do futuro (incluindo também o emprego) ou será “natural” ou simplesmente não será…"

Soromenho-Marques, Viriato (2007).

É actualmente professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, regendo as cadeiras de Filosofia da História e da Cultura e de Filosofia da Política e do Direito (licenciatura). Coordena, igualmente, o mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente que teve início no ano lectivo de 1995-1996. Tem também colaboração na licenciatura de Estudos Europeus, onde tem leccionado as disciplinas de História das Ideias na Europa Contemporânea e o Ambiente na Europa. Presidiu à Comissão Executiva do Departamento de Filosofia entre Maio de 1999 e Junho de 2002.Desenvolve desde 1978 uma intensa actividade no movimento associativo ligado à defesa do ambiente, tendo sido -- de 1992 a 1995 -- presidente da mais importante associação ambientalista nacional, a QUERCUS- Associação Nacional de Conservação da Natureza.

A cadeia do consumo.

Aqui está um link para um video muito bem feito: claro (com os inconvenientes da simplificação), bem ilustrado (bonecos giros) e com uma mensagem que aprecio (o que envolve o consumo).
Este video fala-nos da cadeia do consumo. É americano.
Integrado num site igualmente bem desenvolvido, vale a pena revêr coisas que já todos sabemos.

História real.

Conto aqui uma história muito engraçada, que me aconteceu durante a pesquisa sobre as estatísticas em Portugal de reciclagem de têxteis. Comecei por procurar informação na Internet em sites oficiais, como o do Ministério do Ambiente e afins. Não encontrei nenhuma informação relativa a têxteis, nem números de desperdícios, nem sistemas de recolha, nem políticas ambientais para o futuro. Como tal, decidi telefonar para o próprio Ministério do Ambiente com a seguinte questão (falsa, ups): “eu tenho em casa inúmeros têxteis -vestuário, lençóis e outros - que não estão em condições de serem dados devido ao seu mau estado. As associações próprias que recebem este tipo de bens não aceitam peças nem danificadas nem sujas. Bem sei que ao colocá-las no lixo comum, estas irão parar a lixeiras de céu aberto, que os tornará imensamente poluentes. O que devo fazer? Ou então, para onde devo telefonar para ser esclarecida?”

Pois é verdade que depois de ter sido passada de pessoa em pessoa, imagino que por todo o edifício andei…não vinha uma resposta. Quem não me passava imediatamente para outra, perguntava-me: “Desculpe lá, mas porquê telefonar para o Ministério do Ambiente com questões de reciclagem…de têxteis?” É verdade que não é vidro nem cartão. Tudo o mais fica estupidificado! Conclusão: a última pessoa com que falei, por sua vez extremamente simpática, explicou-me que, de facto, o Ministério do Ambiente não lida com têxteis e que não faz a mínima ideia de quem me poderia ajudar com esta questão. No fim ainda aproveitou para confirmar comigo: “os têxteis são muito poluentes, é?”.


Notícia retirada do site http://www.infortextil.com/a 2007-07-31:

Reino Unido: governo apoia a reciclagem têxtil

O Departamento para o Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais irá investigar o ciclo de vida dos 2 milhões de toneladas anuais de vestuário no Reino Unido.
Este é o primeiro passo do governo relativamente à reutilização e reciclagem de têxteis, apontando as novas estimativas para 1,165 milhões de tonelada de têxteis presentes nos resíduos sólidos da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, anualmente.
Com o aumento de 60% das vendas de vestuário novo na última década, os têxteis estão identificados como os resíduos sólidos domésticos de crescimento mais rápido.
A solução poderá passar pelo estabelecimento de mais colecções de vestuário no Reino Unido, mais mercados para vestuário usado e mais barato e acordos de responsabilidade voluntários por parte dos produtores relativamente às peças de vestuário.
Alan Wheeler, da Associação de Reciclagem Têxtil, afirmou, "é com satisfação que observamos o facto de os têxteis estarem a ser alvo de debate e de, pela primeira, vez constarem da agenda política. Temos vindo a exercer pressão junto do governo e a mensagem que os têxteis também precisam de atenção passou. A reciclagem têxtil pode ajudar o Reino Unido a atingir os seus objectivos de reciclagem e níveis de carbono. Teremos muito gosto em falar com o ministro para a reciclagem, Joan Ruddock, e com qualquer outro ministro sobre o assunto."
O governo vai reunir vários factos relativos ao impacto ambiental causado pelo vestuário com origem em relatórios de várias fontes. O estudo realizado pela consultora Oakdene Hollins revelou que a quantidade de têxteis consumidos no RU tinha "aumentando significativamente" para 1,9 milhões de toneladas por ano, mas apenas 17% do vestuário estava a ser recolhido pela indústria têxtil secundária. Embora a maioria das autoridades locais se encontre envolvida de alguma forma num esquema de recolha de têxteis, o relatório afirma que menos de 15% das câmaras opera ou apoia programas de recolha, uma vez que não têm interesse na recolha de têxteis devido aos seus objectivos de reciclagem, baseados em toneladas.
Grande parte dos têxteis não desejados estão a ser armazenados ou enviados para aterros. É necessário desenvolver mais mercados para os têxteis reciclados de forma a equilibrar a balança, especialmente se a qualidade das novas peças de vestuário se tornar inferior e estas apresentarem preços mais baratos. As câmaras deveriam assumir os seus objectivos relativos à reciclagem de têxteis e poderiam utilizar o sistema de créditos de reciclagem existente para apoiar a recolha de vestuário usado. Os retalhistas por sua vez deveriam considerar medidas voluntárias de responsabilidade por parte do produtor.
A política de intervenção terá como objectivo aumentar as taxas de recolha para reutilização e reciclagem e estimular mercados para têxteis reciclados, talvez através de uma aplicação mais eficaz da investigação e desenvolvimento, tecnologia e inovação.

Green is the new black?

Laundry detergent made from flowers! Cars that don't pollute! Potato chips fried in organic oils! These days, everything seems to be marketed with an eco-spin -- even products that are notoriously bad for people and the planet. So are companies truly seeing the green light, or are they just greenwashing?

If green is the new black, then greenwashing -- the practice of putting an eco-friendly spin on a not-so-eco-friendly product or company -- is the new gray area.

Here (http://www.grist.org/feature/2008/01/28/?source=daily) are a few red flags to watch for, and a few tips for shopping smarter -- put them together, and you can feel more confident about choosing products that really make a difference.

Retirado de um site que recomendo e que me chega todos os dias por newsletter. http://www.grist@grist.org/

O meu "estado da arte"

Estamos a viver de uma forma em que a mudança é permanente e profunda. O Design e os Designers são confrontados com transformações complexas, tanto ao nível das redes de informação, tecnologias, modos de organização de trabalho, mercados, como de todo o fenómeno da Globalização. O lugar do design, o significado actual da palavra, os seus objectivos e campos de acção não estão de todo definidos, encontram-se eles próprios em evolução. Está a tornar-se uma actividade que trabalha aplicando conhecimento, não simplesmente projectando. O Designer questiona-se em relação ao seu papel na sociedade; procura a compreensão das funções que os objectos assumem na vida das pessoas, dentro dos respectivos contextos sócio-culturais.

O Design de Moda está intimamente ligado à tendência de consumo do vestuário e acessórios. Funciona como um espelho dos valores da sociedade – usos, hábitos e costumes. Como refere Eco (1989, p.12), “não admira que possa existir uma ciência da moda como comunicação e do vestuário como linguagem articulada.”

O Design, historicamente, surge no contexto da revolução industrial do século XIX, nas sociedades ocidentais. O acelerado desenvolvimento tecnológico, sócio-económico e cultural permite o aparecimento de uma nova profissão, a do Designer Industrial. O fenómeno da Moda atinge a sua plenitude com os processos industriais. O Design passa a ser parte integrante do processo de produção de vestuário. A chamada produção em massa e a construção de grandes fábricas, originaram um forte deslocamento das populações que viviam nos campos para as cidades. Consequentemente, uma nova forma de consumo é adquirida.

Actualmente, vivemos numa sociedade em que o consumo é de abundância. As práticas industriais convencionais não consideram os riscos e impactos ambientais na produção de bens e serviços, recorrendo a recursos naturais finitos. O desperdício torna-se uma questão maior assim como a degradação dos ecossistemas e da biodiversidade. O desequilíbrio sócio-económico entre os países desenvolvidos e os em vias de desenvolvimento aumenta. Assistimos a mudanças climáticas e ao aquecimento global. Perante este quadro, Papanek (1995, p. 29) defende que “the design response must be positive and unifying. Design must be the bridge between human needs, culture and ecology.”

Ainda como resposta a estes desequilíbrios afirmam-se novos conceitos, como o de Comércio Justo (ver www.ifat.org/index), Design Responsável (ver http://www.csr.gov.uk/), ecodesign (ver http://www.unep.org/) e consumo ético, Design Sustentável (ver //go.to/sustainabledesign/) e Desenvolvimento Sustentável (ver http://www.unpd.org/). O Design Sustentável, tal como outras artes aplicadas, constitui uma importante ferramenta para atingir o Desenvolvimento Sustentável.

A multidisciplinaridade tornou-se um veículo imprescindível para a incorporação do design na nossa vida social, através da acção de responsabilização ao assumir as consequências dos actos do design, tanto a nível sócio-económico, político, ambiental como cultural. Novos mercados surgem para esta tendência crescente, a da sustentabilidade. Neste âmbito, a reciclagem aparece como uma solução para transformar produtos que fecharam um ciclo de vida em produtos com novas vidas. O desafio é bastante interessante a nível criativo e possui inúmeras vantagens, desde a redução de desperdícios à própria redução da produção de matérias-primas e sua extracção. “As a concept, recycling has it all. If you´re a philosophical kind of consumer, for example, you´ll know that “new” produts aren´t really new.” (Siegle, 2006, p.11).

My "State of arte": final version

We live in ephemeral societies where the change is constant and deep. Design and Designers are permanently confronted with complex transformations, both at the level of information networks as the whole phenomenon of Globalisation (Ono, 2004). The place of Design, its objectives and fields of action are not defined: they are themselves in evolution. Calvera (2006, p.97) adds that “it is becoming an activity that works the application of knowledge, it does not limit itself to Project”.

Historically, the concept of Design appears in the occidental societies during the 19th century, in the context of the Industrial Revolution (Ono, 2004). The fast development of technology, socio-economics and culture allows the appearance of a new profession, the Industrial Designer (see definition by Bonsiepe, 1992). A new form of consumerism appeared (Smith, 1983).

Fashion Design is intimately related with the consumption of clothing and accessories. It works as a mirror of the society’s values (MacDowell, 2000). Like Eco (1989, p.12) refers, “it is not surprising that a science of fashion can exist as communication and a science of clothing as articulated language”.

The multidisciplinarity in Design became an important vehicle for its incorporation in social life. Through the accountability of its actions it assumes the consequences, both socio-economically, politically, environmentally and culturally (Brandão, 2000).

Currently, we live in a society where consumption is of abundance (Baudrillard, 1995). The conventional industrial practices don’t take in account the risks and ecological impact involved in the production of goods and services, normally recurring to finite natural resources (Leggett, 2006). Industrial waste becomes a major question, as well as the degradation of bio-systems and biodiversity. The socio-economical unbalance between the developed and under-developed countries increases. We witness climatic changes and global warming (Gore, 2006). Within this scenario, Papanek (1995, p.29) defends that “the design response must be positive and unifying. Design must be the bridge between human needs, culture and ecology.”

As a reaction to these unbalances new concepts emerge, such as fair trade (www.ifat.org/index), responsible design (http://www.csr.gov.uk/), eco-design (http://www.unep.org/), sustainable design (//go.to/sustainabledesign/) and sustainable development (http://www.unpd.org/).

With the increasing trend of sustainability, new markets appear. In this context, “As a concept, recycling has it all. If you’re a philosophical kind of consumer, for example, you’ll know that “new” products aren’t really new” (Siegle, 2006, p.11). Recycling has several advantages, from the reduction of waste, to the decrease of the production of prime-materials themselves, and their extraction.

In the last decade, there has been a 60% increase in the sales of new clothing (http://www.infortextil.com/). It is estimated that more than a million tons of textiles are discarded per year in United Kingdom and Northern Ireland, most of them through domestic waste. At least 50% of these are recyclable.

The inexistence of statistical data in many countries, as in Portugal, probably reflects the absence of ecological policies and an indifference towards the consequences of leaving textiles in open landfills.

Textiles aren’t yet recognized as harmful waste to the environment and its re-utilization is not seen as an advantage or priority in the fight against waste and pollution.

exposição: instalações, suporte de vídeo e recurso a material eléctrico obsoleto, bem como, a material actual.

O projecto LX TEK, exposição concebida pelo NuCivo (Núcleo de Cinema e Vídeo da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), inaugura no próximo dia 28 de Janeiro, segunda-feira, pelas 19 h no átrio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Este projecto assenta no confronto com os vícios da sociedade em que nos inserimos no que diz respeito ao consumo. Deste modo, foi elaborada uma exposição, onde se incluem instalações, suporte de vídeo e recurso a material eléctrico obsoleto, bem como, a material actual.

A mim, parece-me bem e por isso divulgo e aconselho.

tomara-que-gire


Top Carolina







Este top tem nome de rapariga bonita!
(que é.)

Ladybugbags à venda na Lomo

A partir de hoje podem encontrar as Ladybugbags à venda na embaixada Lomográfica de Lisboa (Rua da Atalaia, 31, Bairro Alto).
Ficam lá bem bonitas e protegem estas máquinas fotográficas tão maravilhosas.

"gira" ou "tomara-que-gire"?

Pregadeira "gira" ou "tomara-que-gire"
Projecto em realização:
peças únicas com aproveitamento de desperdícios.

Rodolfo no guia do Bairro Alto

Olha o Rodolfo no guia do Bairro Alto!

(Nº8; Novembro - Maio 2008; pág. 27)

Scraptbook





Demo#2



Demo#2 : Desfile de Moda do curso de Design de Moda da Faculdade de Arquitectura de Lisboa

Rush Hour



A minha colecção de fim de curso (FAUTL, 2001)

"Rush hour"_Outono/Inverno 2002-03

etiqueta Ladybug

Design gráfico: Nuno Porto

Rodolfo Teodoro # Almofada de companhia

Cão-almofada: não precisa de ir à rua, não larga pêlo e fica bem em qualquer sofá ou simplesmente pendurado na parede.


O Rodolfo existe em diferentes tecidos e inúmeras conjugações de cores.
Está à venda nas lojas Galeria de Exclusivos (Bairro Alto, Lx, http://galeriaexclusivos.blogspot.com/) e na Zen (Miguel Bombarda, Lx, http://www.zen.pt/). Quem estiver interessado em adquirir esta fiel almofada, entre em contacto comigo ou vá à loja mais perto de si!


Tamanho: 55cm x 60cm
Chic_LadoA


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Chic_LadoB
Fotografias de Paulo Martins
Chic_NoSofá.