Laundry detergent made from flowers! Cars that don't pollute! Potato chips fried in organic oils! These days, everything seems to be marketed with an eco-spin -- even products that are notoriously bad for people and the planet. So are companies truly seeing the green light, or are they just greenwashing?
If green is the new black, then greenwashing -- the practice of putting an eco-friendly spin on a not-so-eco-friendly product or company -- is the new gray area.
Here (http://www.grist.org/feature/2008/01/28/?source=daily) are a few red flags to watch for, and a few tips for shopping smarter -- put them together, and you can feel more confident about choosing products that really make a difference.
Retirado de um site que recomendo e que me chega todos os dias por newsletter. http://www.grist@grist.org/
O meu "estado da arte"
Estamos a viver de uma forma em que a mudança é permanente e profunda. O Design e os Designers são confrontados com transformações complexas, tanto ao nível das redes de informação, tecnologias, modos de organização de trabalho, mercados, como de todo o fenómeno da Globalização. O lugar do design, o significado actual da palavra, os seus objectivos e campos de acção não estão de todo definidos, encontram-se eles próprios em evolução. Está a tornar-se uma actividade que trabalha aplicando conhecimento, não simplesmente projectando. O Designer questiona-se em relação ao seu papel na sociedade; procura a compreensão das funções que os objectos assumem na vida das pessoas, dentro dos respectivos contextos sócio-culturais.
O Design de Moda está intimamente ligado à tendência de consumo do vestuário e acessórios. Funciona como um espelho dos valores da sociedade – usos, hábitos e costumes. Como refere Eco (1989, p.12), “não admira que possa existir uma ciência da moda como comunicação e do vestuário como linguagem articulada.”
O Design, historicamente, surge no contexto da revolução industrial do século XIX, nas sociedades ocidentais. O acelerado desenvolvimento tecnológico, sócio-económico e cultural permite o aparecimento de uma nova profissão, a do Designer Industrial. O fenómeno da Moda atinge a sua plenitude com os processos industriais. O Design passa a ser parte integrante do processo de produção de vestuário. A chamada produção em massa e a construção de grandes fábricas, originaram um forte deslocamento das populações que viviam nos campos para as cidades. Consequentemente, uma nova forma de consumo é adquirida.
Actualmente, vivemos numa sociedade em que o consumo é de abundância. As práticas industriais convencionais não consideram os riscos e impactos ambientais na produção de bens e serviços, recorrendo a recursos naturais finitos. O desperdício torna-se uma questão maior assim como a degradação dos ecossistemas e da biodiversidade. O desequilíbrio sócio-económico entre os países desenvolvidos e os em vias de desenvolvimento aumenta. Assistimos a mudanças climáticas e ao aquecimento global. Perante este quadro, Papanek (1995, p. 29) defende que “the design response must be positive and unifying. Design must be the bridge between human needs, culture and ecology.”
Ainda como resposta a estes desequilíbrios afirmam-se novos conceitos, como o de Comércio Justo (ver www.ifat.org/index), Design Responsável (ver http://www.csr.gov.uk/), ecodesign (ver http://www.unep.org/) e consumo ético, Design Sustentável (ver //go.to/sustainabledesign/) e Desenvolvimento Sustentável (ver http://www.unpd.org/). O Design Sustentável, tal como outras artes aplicadas, constitui uma importante ferramenta para atingir o Desenvolvimento Sustentável.
A multidisciplinaridade tornou-se um veículo imprescindível para a incorporação do design na nossa vida social, através da acção de responsabilização ao assumir as consequências dos actos do design, tanto a nível sócio-económico, político, ambiental como cultural. Novos mercados surgem para esta tendência crescente, a da sustentabilidade. Neste âmbito, a reciclagem aparece como uma solução para transformar produtos que fecharam um ciclo de vida em produtos com novas vidas. O desafio é bastante interessante a nível criativo e possui inúmeras vantagens, desde a redução de desperdícios à própria redução da produção de matérias-primas e sua extracção. “As a concept, recycling has it all. If you´re a philosophical kind of consumer, for example, you´ll know that “new” produts aren´t really new.” (Siegle, 2006, p.11).
O Design de Moda está intimamente ligado à tendência de consumo do vestuário e acessórios. Funciona como um espelho dos valores da sociedade – usos, hábitos e costumes. Como refere Eco (1989, p.12), “não admira que possa existir uma ciência da moda como comunicação e do vestuário como linguagem articulada.”
O Design, historicamente, surge no contexto da revolução industrial do século XIX, nas sociedades ocidentais. O acelerado desenvolvimento tecnológico, sócio-económico e cultural permite o aparecimento de uma nova profissão, a do Designer Industrial. O fenómeno da Moda atinge a sua plenitude com os processos industriais. O Design passa a ser parte integrante do processo de produção de vestuário. A chamada produção em massa e a construção de grandes fábricas, originaram um forte deslocamento das populações que viviam nos campos para as cidades. Consequentemente, uma nova forma de consumo é adquirida.
Actualmente, vivemos numa sociedade em que o consumo é de abundância. As práticas industriais convencionais não consideram os riscos e impactos ambientais na produção de bens e serviços, recorrendo a recursos naturais finitos. O desperdício torna-se uma questão maior assim como a degradação dos ecossistemas e da biodiversidade. O desequilíbrio sócio-económico entre os países desenvolvidos e os em vias de desenvolvimento aumenta. Assistimos a mudanças climáticas e ao aquecimento global. Perante este quadro, Papanek (1995, p. 29) defende que “the design response must be positive and unifying. Design must be the bridge between human needs, culture and ecology.”
Ainda como resposta a estes desequilíbrios afirmam-se novos conceitos, como o de Comércio Justo (ver www.ifat.org/index), Design Responsável (ver http://www.csr.gov.uk/), ecodesign (ver http://www.unep.org/) e consumo ético, Design Sustentável (ver //go.to/sustainabledesign/) e Desenvolvimento Sustentável (ver http://www.unpd.org/). O Design Sustentável, tal como outras artes aplicadas, constitui uma importante ferramenta para atingir o Desenvolvimento Sustentável.
A multidisciplinaridade tornou-se um veículo imprescindível para a incorporação do design na nossa vida social, através da acção de responsabilização ao assumir as consequências dos actos do design, tanto a nível sócio-económico, político, ambiental como cultural. Novos mercados surgem para esta tendência crescente, a da sustentabilidade. Neste âmbito, a reciclagem aparece como uma solução para transformar produtos que fecharam um ciclo de vida em produtos com novas vidas. O desafio é bastante interessante a nível criativo e possui inúmeras vantagens, desde a redução de desperdícios à própria redução da produção de matérias-primas e sua extracção. “As a concept, recycling has it all. If you´re a philosophical kind of consumer, for example, you´ll know that “new” produts aren´t really new.” (Siegle, 2006, p.11).
My "State of arte": final version
We live in ephemeral societies where the change is constant and deep. Design and Designers are permanently confronted with complex transformations, both at the level of information networks as the whole phenomenon of Globalisation (Ono, 2004). The place of Design, its objectives and fields of action are not defined: they are themselves in evolution. Calvera (2006, p.97) adds that “it is becoming an activity that works the application of knowledge, it does not limit itself to Project”.
Historically, the concept of Design appears in the occidental societies during the 19th century, in the context of the Industrial Revolution (Ono, 2004). The fast development of technology, socio-economics and culture allows the appearance of a new profession, the Industrial Designer (see definition by Bonsiepe, 1992). A new form of consumerism appeared (Smith, 1983).
Fashion Design is intimately related with the consumption of clothing and accessories. It works as a mirror of the society’s values (MacDowell, 2000). Like Eco (1989, p.12) refers, “it is not surprising that a science of fashion can exist as communication and a science of clothing as articulated language”.
The multidisciplinarity in Design became an important vehicle for its incorporation in social life. Through the accountability of its actions it assumes the consequences, both socio-economically, politically, environmentally and culturally (Brandão, 2000).
Currently, we live in a society where consumption is of abundance (Baudrillard, 1995). The conventional industrial practices don’t take in account the risks and ecological impact involved in the production of goods and services, normally recurring to finite natural resources (Leggett, 2006). Industrial waste becomes a major question, as well as the degradation of bio-systems and biodiversity. The socio-economical unbalance between the developed and under-developed countries increases. We witness climatic changes and global warming (Gore, 2006). Within this scenario, Papanek (1995, p.29) defends that “the design response must be positive and unifying. Design must be the bridge between human needs, culture and ecology.”
As a reaction to these unbalances new concepts emerge, such as fair trade (www.ifat.org/index), responsible design (http://www.csr.gov.uk/), eco-design (http://www.unep.org/), sustainable design (//go.to/sustainabledesign/) and sustainable development (http://www.unpd.org/).
With the increasing trend of sustainability, new markets appear. In this context, “As a concept, recycling has it all. If you’re a philosophical kind of consumer, for example, you’ll know that “new” products aren’t really new” (Siegle, 2006, p.11). Recycling has several advantages, from the reduction of waste, to the decrease of the production of prime-materials themselves, and their extraction.
In the last decade, there has been a 60% increase in the sales of new clothing (http://www.infortextil.com/). It is estimated that more than a million tons of textiles are discarded per year in United Kingdom and Northern Ireland, most of them through domestic waste. At least 50% of these are recyclable.
The inexistence of statistical data in many countries, as in Portugal, probably reflects the absence of ecological policies and an indifference towards the consequences of leaving textiles in open landfills.
Textiles aren’t yet recognized as harmful waste to the environment and its re-utilization is not seen as an advantage or priority in the fight against waste and pollution.
Historically, the concept of Design appears in the occidental societies during the 19th century, in the context of the Industrial Revolution (Ono, 2004). The fast development of technology, socio-economics and culture allows the appearance of a new profession, the Industrial Designer (see definition by Bonsiepe, 1992). A new form of consumerism appeared (Smith, 1983).
Fashion Design is intimately related with the consumption of clothing and accessories. It works as a mirror of the society’s values (MacDowell, 2000). Like Eco (1989, p.12) refers, “it is not surprising that a science of fashion can exist as communication and a science of clothing as articulated language”.
The multidisciplinarity in Design became an important vehicle for its incorporation in social life. Through the accountability of its actions it assumes the consequences, both socio-economically, politically, environmentally and culturally (Brandão, 2000).
Currently, we live in a society where consumption is of abundance (Baudrillard, 1995). The conventional industrial practices don’t take in account the risks and ecological impact involved in the production of goods and services, normally recurring to finite natural resources (Leggett, 2006). Industrial waste becomes a major question, as well as the degradation of bio-systems and biodiversity. The socio-economical unbalance between the developed and under-developed countries increases. We witness climatic changes and global warming (Gore, 2006). Within this scenario, Papanek (1995, p.29) defends that “the design response must be positive and unifying. Design must be the bridge between human needs, culture and ecology.”
As a reaction to these unbalances new concepts emerge, such as fair trade (www.ifat.org/index), responsible design (http://www.csr.gov.uk/), eco-design (http://www.unep.org/), sustainable design (//go.to/sustainabledesign/) and sustainable development (http://www.unpd.org/).
With the increasing trend of sustainability, new markets appear. In this context, “As a concept, recycling has it all. If you’re a philosophical kind of consumer, for example, you’ll know that “new” products aren’t really new” (Siegle, 2006, p.11). Recycling has several advantages, from the reduction of waste, to the decrease of the production of prime-materials themselves, and their extraction.
In the last decade, there has been a 60% increase in the sales of new clothing (http://www.infortextil.com/). It is estimated that more than a million tons of textiles are discarded per year in United Kingdom and Northern Ireland, most of them through domestic waste. At least 50% of these are recyclable.
The inexistence of statistical data in many countries, as in Portugal, probably reflects the absence of ecological policies and an indifference towards the consequences of leaving textiles in open landfills.
Textiles aren’t yet recognized as harmful waste to the environment and its re-utilization is not seen as an advantage or priority in the fight against waste and pollution.
exposição: instalações, suporte de vídeo e recurso a material eléctrico obsoleto, bem como, a material actual.
O projecto LX TEK, exposição concebida pelo NuCivo (Núcleo de Cinema e Vídeo da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), inaugura no próximo dia 28 de Janeiro, segunda-feira, pelas 19 h no átrio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Este projecto assenta no confronto com os vícios da sociedade em que nos inserimos no que diz respeito ao consumo. Deste modo, foi elaborada uma exposição, onde se incluem instalações, suporte de vídeo e recurso a material eléctrico obsoleto, bem como, a material actual.
A mim, parece-me bem e por isso divulgo e aconselho.
Este projecto assenta no confronto com os vícios da sociedade em que nos inserimos no que diz respeito ao consumo. Deste modo, foi elaborada uma exposição, onde se incluem instalações, suporte de vídeo e recurso a material eléctrico obsoleto, bem como, a material actual.
A mim, parece-me bem e por isso divulgo e aconselho.
Ladybugbags à venda na Lomo
A partir de hoje podem encontrar as Ladybugbags à venda na embaixada Lomográfica de Lisboa (Rua da Atalaia, 31, Bairro Alto).
Ficam lá bem bonitas e protegem estas máquinas fotográficas tão maravilhosas.
"gira" ou "tomara-que-gire"?
Pregadeira "gira" ou "tomara-que-gire"
Projecto em realização:
peças únicas com aproveitamento de desperdícios.

Rodolfo no guia do Bairro Alto

Olha o Rodolfo no guia do Bairro Alto!
(Nº8; Novembro - Maio 2008; pág. 27)
Rodolfo Teodoro # Almofada de companhia
Cão-almofada: não precisa de ir à rua, não larga pêlo e fica bem em qualquer sofá ou simplesmente pendurado na parede.
O Rodolfo existe em diferentes tecidos e inúmeras conjugações de cores.
Está à venda nas lojas Galeria de Exclusivos (Bairro Alto, Lx, http://galeriaexclusivos.blogspot.com/) e na Zen (Miguel Bombarda, Lx, http://www.zen.pt/). Quem estiver interessado em adquirir esta fiel almofada, entre em contacto comigo ou vá à loja mais perto de si!
Tamanho: 55cm x 60cm
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O Rodolfo existe em diferentes tecidos e inúmeras conjugações de cores.
Está à venda nas lojas Galeria de Exclusivos (Bairro Alto, Lx, http://galeriaexclusivos.blogspot.com/) e na Zen (Miguel Bombarda, Lx, http://www.zen.pt/). Quem estiver interessado em adquirir esta fiel almofada, entre em contacto comigo ou vá à loja mais perto de si!
Tamanho: 55cm x 60cm

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Fotografias de Paulo Martins
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Narke


Ilustração para a colecção comercial "Narke by Storytailors";
"Enchanted Forest"_ Outono/Inverno 2006-07
Always-ready-to-wear

Ilustração realizada algures em 2001.
Colecção apresentada numa exposição colectiva denominada "Anti-moda" na Galeria Quadrum, Lisboa.
(pode-se ainda ver a ideia inicial da Ladybugbag)
LadyBugBag # Bolsa de cintura
LadyBugBag: bolsa de cintura ou tiracolo, em tecido impermeável de gabardine; dois módulos de tamanhos diferentes, que se podem acoplar conforme as necessidades, e uma bolsa para cartões/dinheiro.
A LadyBugBag existe em diferentes conjugações de cores - tecidos e fechos.
Está à venda nas lojas Galeria de Exclusivos (Bairro Alto, Lx, http://galeriaexclusivos.blogspot.com/), Lomo (também Bairro Alto, Lx,http://lomografiaportugal.com/) e na Zen (Miguel Bombarda, Lx, http://www.zen.pt/).



Bolsa A5: 16cm x 14cm (x 4cm - profundidade)
Bolsa Mobile: 7cm x 12cm (x 4cm - profundidade)
Bolsa MB: 7cm x 12cm
A LadyBugBag existe em diferentes conjugações de cores - tecidos e fechos.
Está à venda nas lojas Galeria de Exclusivos (Bairro Alto, Lx, http://galeriaexclusivos.blogspot.com/), Lomo (também Bairro Alto, Lx,http://lomografiaportugal.com/) e na Zen (Miguel Bombarda, Lx, http://www.zen.pt/).



Bolsa A5: 16cm x 14cm (x 4cm - profundidade)
Bolsa Mobile: 7cm x 12cm (x 4cm - profundidade)
Bolsa MB: 7cm x 12cm
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